sábado, 23 de junho de 2012

ÓRFÃOS DE PAIS VIVOS



    O esquema vigente fez com que o número de órfãos de pais vivos aumentasse de forma considerável.
Muitos bem sucedidos acreditam que é possível terceirizar a educação, buscando angariar recursos para conseguir pagar o preço que o sistema cobra.

Quanto aos filhos:
Fazem questão de ignorar-lhes as necessidades, fingem pensar que são felizes e realizados quando tem tudo que é ditado pela moda ou pela mídia, tudo que o dinheiro possa comprar.

Para as reais necessidades não sobra tempo.
Ouvir e participar da realidade das crianças é tedioso.

Muitos se assustam quando elas entram na puberdade.

Incontáveis os que se perguntam onde erraram, quando o jovem começa ou já vai adiantado no hábito de usar bebidas, cigarro ou drogas ou a tornar-se um delinqüente.

Daí vem a clássica pergunta:

Onde foi que eu errei?

Namastê.

domingo, 10 de junho de 2012

MANIA DE DEUS Nada melhor que a formação da dieta para perdermos a mania de sermos deuses; sem que ainda o sejamos. As pessoas querem controlar o destino e o livre arbítrio dos outros. Muitos pais controladores mentem descaradamente ao afirmar que apenas tentam evitar que os filhos sofram... O pior é que alguns passam até a acreditar nessa ilusão de serem os tais deuses que não permitem aos seus queridos sofrerem as conseqüências das escolhas que fizeram. É de bom tamanho que as pessoas copiem a natureza: somos todos livres para fazer nossas escolhas e a lei nos obriga a arcarmos com as conseqüências, sempre, eternamente... Dezenas de oportunidades de ensinar a responsabilidade à criança e a permitir que ela amadureça são desperdiçadas todos os dias; e incontáveis ao longo da existência. A cultura que predomina na educação faz questão de manter o sistema de crença em botões mágicos; que podem ser apertados sempre que o desejarmos para resolver os problemas que causarmos ao nosso corpo ou à nossa vida. Um senão ou um basta nesse tipo de atitude infantil faz-se sentir com mais força a cada dia que passa: A aceleração das experiências facilita a percepção de que esse artifício do pensamento mágico é um engodo, uma ilusão e prova que a única realidade é o trabalho de pensar, de escolher e agir... Dois requisitos parecem faltar à boa parte das pessoas para que se tornem verdadeiros seres humanos: Antever; parar para pensar e analisar as conseqüências das escolhas que estão sendo feitas, tanto na vida íntima de cada um quanto na vida das outras pessoas. Responsabilizar-se; pela própria vida, seus acontecimentos, fatos e interações. O presente de cada um é fruto do passado de cada um. O aprendizado e a incorporação ao subconsciente desses dois requisitos; pode receber a contribuição pedagógica do ato de se alimentar que pela sua repetição constante será reativado nas mais diversas atitudes gerenciadas pelo subconsciente. Melhor a gente descer do pedestal de deus sabe tudo e compartilhar nosso aprendizado com as crianças de hoje; para não se arreliar com as verdades que eles colocam sem medo: - Parem com isso! - Deixem de ser mentirosos! É a molecada de hoje já não engole qualquer coisa não. Pena que nem todos ainda... Namastê.

sábado, 10 de março de 2012

MUDAR HÁBITOS É UMA FORMA SIMPLES DE RESOLVER CONFLITOS




Mudar não é fácil!
Sempre as desculpas, costumamos alegar dificuldades para praticar novos conhecimentos; fazemos questão de esquecer que a aparente dificuldade é igual para todos e proporcional à vontade.

Recaídas, altos e baixos são naturais e decorrência da tentativa, ocorre com todos os que tentam algo.
Desanimar é adiar o inadiável.
É clamar pela ajuda da dor e do sofrimento para retornar ao progresso.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

DEPRESSÃO E PÂNICO OU PENSAMENTOS ESTILO DISCO – FURADO.




O destinatário de nossas escolhas somos nós mesmos.

Muitos; e de muitas formas já nos disseram que a energia gerada pelo pensar é a força criadora de nossas realizações e destino; que criar objetivos e metas de curto, médio e longo prazo e procurar atingi-las é uma das formas mais simples e eficiente de progredir.
“Vigia e ora”; pois viver ao sabor dos acontecimentos perigoso é sofrido; avisou um Avatar.

Auto-obsessão ou fixação mental: é a estagnação da vida mental no tempo e no espaço, atitude que mantém conflitos emotivos não resolvidos; além de encrencas mil nas relações.
Ao viver ao “deus dará” corremos o risco de levar uma vida inútil ao desperdiçarmos recursos intelectuais, tempo e esforço e nos permitirmos pensar de forma fixa apenas nas insatisfações. Graves distúrbios psicológicos podem se originar dessa postura se já tivermos essa predisposição inata. Idéias fixas e repetitivas criam condições para doenças do tipo, neurose, paranóias, psicoses; e crimes de todos os tipos.

Idéias fixas e atitudes repetitivas também podem levar ao isolamento e á solidão doentia. Pois, as pessoas que parecem um disco furado, sempre voltando ao mesmo ponto, tornam-se chatas e logo passam a ser evitadas.
Ninguém suporta uma perigosa pessoa que só pensa e fala naquilo.

Algumas soluções para reciclar a auto-imagem costumam ser simples e baratas:

• Mudar o visual de vez em quando é muito bom.
• Experimente variar o estilo de suas roupas.
• Arrisque conhecer novas pessoas.
• Crie coragem para arejar as idéias.
• Jogue fora seus velhos preconceitos.
• Faça uma faxina em seus paradigmas, conceitos e nas suas razões para viver.
• Aprender coisas novas pode dar um novo sentido á nossa vida.
• Investigue a vida; pois pode descobrir que a alegria e o prazer de viver estão ocultos nas coisas mais simples.
• Dedique alguns minutos de cada dia a observar e a estudar as Leis da vida.
• Critique suas crenças e sua visão de mundo.

Quer eliminar a mesmice da sua vida?
Preste atenção ás suas idéias e aos seus impulsos; pois são eles os construtores dos acontecimentos da sua vida e do seu destino.

Namastê.

sábado, 28 de janeiro de 2012

COMO RETORNAR AO SER PENSANTE




Embora eternos aprendizes; nós somos mestres e alunos uns dos outros o tempo todo.

Quem chegou primeiro na sala de aula em 3D (adultos, familiares e sociedade) tem como dever recepcionar os novos colegas (crianças) com acolhimento e respeito.

A finalidade básica de estarmos em sala de aula é aprender a desenvolver a capacidade de pensar para melhor exercer a liberdade com que Deus nos presenteou; harmonizar e adequar os sentimentos para melhor Senti-lo em nós, nos outros e em tudo; expandir a consciência para que descubramos passo a passo o que Ele espera de cada um de nós e de todos.

Chamamos a esse desafio: Educar a alma.

Teimosamente separamos a proposta de educar a alma das atividades em 3D. Fizemos questão de confundir educação com instrução; são complementares; mas absolutamente distintas. Claro que se houver interesse é possível educar instruindo ou instruir educando.

A base de todo processo educacional é tão simples que assusta; já que retira o poder de um sobre o outro; acaba com todo tipo de padronizações; sistemas; poder; corrupção; violência...

A criança deve ser estimulada e orientada a:

Observar, refletir, duvidar e experimentar para desenvolver a capacidade de discernir.

Apenas isso.

Mas, um dos desafios a serem superados:
Estamos num processo de recriação; não mais de apenas criar.
Exemplo: uma criança que nasce ou renasce aqui em 3D não é um livro em branco; é um ser com bilhões e bilhões de anos. Aberto, escancarado para quem quiser ler – sim, filhos vêm com manual de instrução particularizado, despadronizado. Embora parecidos o manual do filho A não tem nada a ver com o do filho B; muito menos com o do filho do vizinho.

Ao mantermos nossas crianças na camisa de força das convenções e da normalidade; nós criamos seres pouco pensantes.
Temos uma forte tendência ao comodismo.
Em situações confortáveis, nossa vida é gerenciada pelo piloto automático, que é o subconsciente. Um problema sério, é que as diretrizes que o comandam são muito antigas, e estão defasadas desta nova realidade: a vida está mais acelerada e complexa. A cada dia novos conhecimentos são incorporados à vida humana sem que as pessoas estejam preparadas para usá-los; daí o número cada vez maior de crianças com graves problemas de comportamento até rotulados como psiquiátricos, além do aumento das doenças físicas.

O que fazer para recriar uma educação mais compatível com as finalidades da vida e mais adequada ao momento presente?

Quando se deseja de verdade e com honestidade de propósitos, tudo é possível:
Em virtude desse mecanismo de contra/evolução educacional predominar; uma forma bem antiga, simples e fácil é usar o próprio sofrimento ou a doença como um recurso pedagógico.
Qualquer sensação de sofrer deve e pode ser usada para aprender.
Exemplo:
Vamos usar um quadro ou conjunto de sintomas muito comum na atualidade denominado gastrite que já atinge até crianças pequenas: dor de cabeça, indisposição, saliva espessa e aumentada, azia, fermentação, digestão lenta, queimação, etc.
Usando a técnica da educação natural: Observar, refletir, duvidar e experimentar para desenvolver a capacidade de discernir; é possível ajudar a criança a curar-se para sempre; diferenciando-se dos seus pais e adultos da atualidade.

Como praticar?
O primeiro passo é parar para refletir e identificar que tipo de pensamentos, sentimentos e atitudes possam estar relacionados com essas sensações.
Depois, é preciso analisar a quantidade, o tipo e as misturas de alimentos ingeridos naquela digestão.
Tudo deve ser anotado, pois a vida atual não comporta mais a forma informal de gerenciar a vida.
Feitas as anotações, deve-se partir para os testes, e para as experiências.

Não adianta dizer que é difícil; e seguir os padrões de tomar remédios.
Sempre é fácil, para quem tenta desenvolver a boa vontade em identificar os envolvidos íntimos no seu sofrer.
Um cuidado importante é evitar destruir as “provas do crime” com medicamentos, sem antes recolher os indícios para usar em provas e contraprovas.

Descobertos os envolvidos, a fase seguinte é optar, decidir no que vale ou não a pena investir em mudanças.

Como a vida hoje é cada vez mais rica em detalhes, quando se conhece a lei da relatividade ela pode ser tornar mais fácil e gostosa de ser vivida.

O conhecimento é sempre o primeiro passo, na seqüência: vontade de mudar, seguida, da persistência ou esforço, e depois são necessárias as repetições da experiência e o tempo.

Quem diria que educar-se e colaborar na educação do outro, compartilhando, é apenas:

Observar, refletir, duvidar e experimentar para desenvolver a capacidade de discernir.


Pensar não dói.

Namastê.

sábado, 14 de janeiro de 2012

A DIETA ESPIRITUAL DO BRASILEIRO




O ato de comer é um dos melhores recursos pedagógicos; pois comemos várias vezes ao dia, todos os dias.
Observando o que e como nos alimentamos torna-se possível deduzir sobre várias coisas; até a respeito de nossa evolução pessoal e social. Correlacionando nossa cultura religiosa com o cardápio, é possível fazer algumas observações.

Nossa dieta básica: uma saladinha; arroz e feijão; mistura; ás vezes uma sobremesa e nos intervalos guloseimas.

A salada representa nossas crenças.
O povo brasileiro é o rei do sincretismo, assimilamos qualquer tipo de crenças e misturamos rituais com incrível facilidade. Exemplo, boa parte das pessoas, mesmo sendo de outra religião, apela para a umbanda quando precisa resolver alguma coisa mais urgente na parte material ou de obsessão. Temos católicos praticantes e não praticantes. Espíritas atuantes e outros simpatizantes. Esotéricos que estudam e praticam; outros que nem são tão esotéricos apenas adoram colecionar imagens de gnomos, duendes, fadas, pedras. Praticantes e simpatizantes da seicho-no-ie. Muita gente vai á Igreja Messiânica apenas para tomar o johrei. Evangélicos praticantes e outros não. Praticantes do Budismo e simpatizantes, etc.
Se as pesquisas fossem mais específicas certamente nós teríamos mais simpatizantes em qualquer religião do que praticantes – essa atitude de praticante ou não, reflete uma postura política e social: adoramos privilégios e não muito chegados em direitos; o motivo é simples: direitos têm que ser exercidos.

Até que ponto esse sincretismo é saudável ou não; merece mais pesquisas. Um dos reflexos negativos na parte política pode ser a falta de identidade e de ideologia dos partidos políticos que se tornam um aglomerado de interesses de pessoas e de grupos. Um lado positivo é que não temos muitos problemas de preconceito religioso; católicos se casam com praticantes do judaísmo; evangélicos com budistas; e todas as combinações possíveis. As pessoas mudam de religião como mudam de partido político; o que nos torna uma sociedade bem plástica e maleável, mesmo que com problemas de identidade.

O arroz com feijão que nos enche a barriga combatendo a fome e suprindo as necessidades mais básicas representa nossa realidade no trato com o Divino: tudo vai para as costas de Deus. Nas experiências representa o contato com a realidade.


A denominada “mistura” representa nossas expectativas e esperanças. Cada grupo social tem possibilidades de suprir seus sonhos e expectativas de forma diferenciada através da comida. Passar fome real até alguns anos era algo seletivo e que exigia esforço; as pessoas tinham fome de guloseimas – era mais uma fome de expectativas e de sonhos de consumo do que fome real.

Os temperos bastante diversificados representam nosso jeitinho brasileiro de ser e de viver.

O uso de digestivos após as refeições espelham nossa cultura do quebra galho, da gariba. Somos mais adeptos das coisas provisórias do que das definitivas; alguns governantes conseguem terminar um mandato usando apenas medidas provisórias.

Guloseimas entre as refeições são as ilusões. O consumo de guloseimas tem trazido consigo especialmente entre as crianças e os jovens muitas doenças e problemas.

Nossa hospitalidade é marcante: “onde come um comem dez”; representa a tendência entre os mais pobres de compartilhar: “basta por mais água no feijão”. Nossa sociedade é única, pois entre os mais carentes e necessitados a compaixão e o compartilhar é mais habitual do que entre os mais abastados.

Adorar uma boca livre representa nosso estilo Macunaíma de viver.

O sincretismo está no DNA cultural; até na comida nós somos adeptos da gororoba e do grude – mistura-se tudo no prato, salada, arroz, feijão, mistura, e se bobear até a sobremesa.

Se reformularmos os hábitos de dieta nós iremos modificar alguma coisa de nosso comportamento social, na postura política, e até nas práticas religiosas?
Assunto interessante que começamos a alinhavar no livro “Quem ama cuida”.

Bom apetite.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

EDUCAÇÃO: INFORMAÇÃO A MIL LOUCURA Á VISTA




A precocidade com que as informações são jogadas para as crianças no presente momento é incrível; e todo mundo acha lindo a criança precoce - se comparados com os pais; boa parte das crianças são gênios; depois algumas pessoas teimam em desconsiderar a lei de progresso: cada geração deve ser mais avançada do que a anterior.

Mas a coisa tá muito rápida; e muita gente vai pirar; daí:
Seria muito bom se na escola fossem ensinadas coisas práticas, simples e inteligentes para vivermos com qualidade; ao contrário, recebemos um monte de informações que serão usadas apenas em provas e vestibulares; pois o sistema é voltado para a profissionalização; mesmo assim, seu desempenho não é lá essas coisas, tantos são os profissionais desqualificados uns; infelizes outros; e desempregados outro tanto.

O maior estrago produzido pelo excesso de alguns conteúdos e pela falta de outros da máxima importância, é no desenvolvimento da neura cuja marca registrada é a extrema capacidade de competir. Na corrida pelas melhores posições; as de destaque e as mais rendosas; quem chega á frente, não importa em que condições; é proclamado, o vencedor.

A brincadeira é perigosa; pois desde muito cedo se ensina a criança a desrespeitar seus limites e o seu ritmo natural, sistematicamente. Nos conteúdos se apresenta á criança leis da matemática, física, inclusive a lei da inércia; mas não se prova a necessidade de as colocarmos em prática na vida real. A da inércia é capaz de levar muita gente á loucura ou á morte; pois não temos botão de liga e desliga.


A cultura voltada para conquistar posições, dinheiro, fama, glória a qualquer custo e a qualquer preço, criou a sociedade de consumo. Nela nos consumimos num turbilhão de expectativas e desejos que logo se transformam em ânsia e angústia, simplesmente porque vimos os outros fazendo isso; e sem questionar.

Em algum lugar do passado, um gaiato talvez até sem saber por que, inventou a seguinte brincadeira de criança. De repente, alguém grita: “quem chegar por último é a mulher do padre”, essa palavra de ordem era o suficiente para encontrões, tombos, rasteiras e ralados, ninguém queria ficar como último para não ouvir o coro: “mulher do padre! mulher do padre”; até hoje, ninguém sabe dizer claramente o que de tão ruim significava ser a mulher do padre.
A sociedade de certa forma incorporou essa brincadeira da mulher do padre. Hoje quem comprar por último o objeto do desejo mais recente é a mulher do padre. Ela talvez simbolize aquele que ainda não tem isso ou que não faz aquilo primeiro e mais do que os outros.

Vivemos em desabalada carreira nos atropelando e ralando uns aos outros para não virarmos a mulher do padre.
Brincadeira perigosa que nos fez perder o senso de limites até o extremo; para tornar a brincadeira mais maluca ainda, faltou dizer com clareza qual era o objetivo; ninguém falou e ninguém perguntou; daí que estamos esgotados, no fim da picada, e até identificamos durante essa loucura que alguns fatos importantes e, algumas ocorrências influenciam demais a nossa existência.
Perceber; nós percebemos, mas seja para não ouvir o coro: mulher do padre! Ou para não abrirmos mão de nenhum interesse mais imediato, seja ele importante ou não, fingimos não ouvir para brincarmos de outra coisa; e devemos criar coragem de parar porque a brincadeira acabou; tá perdendo a graça (em alguns lugares do mundo a moda é não consumir e andar mais devagar na vida) - como ninguém quer dar o braço a torcer, deixamos a coisa rolar para ver no que vai dar; e, quase sempre nos damos mal e, depois, é sair correndo atrás de consertar o prejuízo: receber alta médica ou do hospital, conseguir pagar as dívidas, arranjar novo emprego, novos amigos, novo amor, sair da cadeia, esperar que haja vida após a morte, etc.

O estilo de vida neura torna-se um fardo difícil de carregar, e desde cedo, pois algumas crianças sinalizam aos adultos que não é esse o seu ritmo de andar pela vida, não são preguiçosas nem doentes como muitos imaginam e as rotulam; e logo o sistema as interpreta como problemáticas, e, não demora, elas estão sob a mira de profissionais recebendo rótulos.

Lucro e conhecimento fazem parte da Lei de Progresso; o que se faz necessário é adequar a velocidade das informações e dar-lhes utilidade para que as crianças de hoje consigam chegar á vida adulta; produtivas e acima de tudo felizes. Já há por aí, crianças praticamente aposentadas por invalidez de todos os tipos.
Diz o bom senso que uma boa educação deveria regular o fluxo de informações e também dar-lhe alguma utilidade prática.
Ainda bem que há por aí, um bando de crianças e jovens se rebelando; mesmo pagando o “caro” preço de serem rotuladas – quem sabe esse comportamento desperte nos responsáveis a idéia de repensar.

Namastê.