sábado, 10 de setembro de 2011

BULLYING: VIOLENTO É A MÃE!




Quem de nós nunca sofreu ou praticou algum tipo de violência? – Nem sempre percebida por quem a pratica; mas, sempre vivenciada por quem a sofre...

O conceito Bullying focado inicialmente no ambiente escolar trouxe á discussão a pratica da violência explícita e até mesmo a subliminar; aquela em que raras pessoas; prestavam atenção; pois, á medida que o assunto vai sendo debatido; novos focos e olhares sobre o problema surgem, cada um dando sua contribuição para que a paz reine, um dia, entre nós.

A violência explícita e a subliminar se confundem ás vezes; tal e qual o estupro em algumas sociedades onde a vítima do bullie (o estuprador) ainda sofre discriminação, sendo penalizada duplamente pela sociedade que pratica o bullying sem perceber; pois a prática de manter o poder através da agressão é milenar.

Esse padrão de atitudes não está vinculado ao instinto de sobrevivência, defesa ou raiva.
Pode envolver desejo de controlar, ciúmes e desprezo.
Suas bases estão assentadas no desejo e sentimento de poder; intolerância á diferença; e a pretensa liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar os outros que contrariam seus interesses. Vivemos um intenso bullying político, no qual pessoas sentem-se as donas dos pseudocidadãos e criam impostos sem necessidade, achacam as pessoas com burocracia e ameaças mil e as amansam com esmolas; depois tentam dar um cala boca nos contrários na forma de censura sob as penas da lei.

Bulir com os que estão quietos e são pacíficos.

Essa não é apenas uma fase normal da vida infanto-juvenil como muitos bullies adultos imaginam; não passa com o tempo nem com a idade; apenas ela fica camuflada pelas máscaras sociais fruto da educação ainda em vigor – e se manifesta de forma subliminar ou na cara dura da ditadura de qualquer forma e tipo; mesmo disfarçada na da maioria disfarçada de democracia.

Algumas pessoas já nascem com tendências para praticar o bullying; assim como já trazemos um esboço de personalidade ao nascer e um conjunto de predisposições que podem ser corrigidas ou reforçadas pela vida em família, educação e cultura. Mas, a maioria aprende em casa, nos noticiários, no dia a dia.

Essa é a temática da hora: Bullying é um comportamento inato (embora haja saudáveis discordâncias) e que também é aprendido (isso é consenso) – Mas, como tudo na vida: comportamentos sejam inatos ou adquiridos, podem e devem ser mudados.
Esperamos com este escrito, fruto de nossa vivência diária como médico de famílias e educador em saúde dar alguma contribuição á busca da tão sonhada PAZ.
Sonhamos com um mundo melhor onde paz e harmonia predominem na intimidade de cada um e na vida social.
Mas:
Volta e meia nós nos deparamos na rua e nos noticiários com campanhas, caminhadas, e passeatas contra as guerras declaradas ou não; e em prol da paz.
Slogans não faltam:
- Diga não à violência!
- Abaixo a prática do bullying nas escolas!
- Guerra não!
- Eu sou da paz!
- Paz e amor!

Muitos já a buscam mesmo desconhecendo-a; outros, como as crianças da Geração Nova já a praticam automaticamente e sem esforço.
Inúmeras as lutas que se travam a seu favor. Nas ruas, na imprensa, escrita e falada. Paz da boca para fora dos bullies, que o são; sem que o saibam ou fingem não saber.
Tão estéreis quanto inúteis; enquanto não tivermos consciência do que seja agressividade e violência.
Não tem sentido lógico, pessoas ainda agressivas e praticantes do bullying nas menores ações da política do dia a dia; lutando pela paz. E o que é pior: cobrando dos outros, atitudes mais tolerantes e pacíficas; aumentando impostos, escorchando, ameaçando.
É coisa de gente que não tem nem sabe o que fazer; senão dividir o espólio do que resta dos bens públicos.

Isso vale para todos: Não desenvolvemos a sensibilidade de distinguir as posturas pacíficas das agressivas no conjunto das nossas atitudes diárias.
Não sabemos realmente o que é violência nem agressividade planejada ou não; exceto aquela que salta aos olhos, escabrosa e truculenta: guerras, assassinatos, agressões, estupros, tiros, facadas – pois ela ficou diluída; e camuflada em condutas padrão ou normais ditadas pela cultura – a normalidade - é um tipo de bullying; cruel demais.
E o que é pior, nós sentimos apenas a que nos atinge ou nos choca; mas, encaramos como normal e nosso direito de reagir aquela que nós aplicamos aos outros, dos pensamentos às atitudes de prepotência.
Somente seremos capazes de combatê-la quando aprendermos a detectá-la em nós mesmos e, quando educarmos as crianças para que sejam mansas e pacíficas, pois a educação é algo compartilhado e não imposto.
Palavreado não seguido de atitudes coerentes não serve para muita coisa; até atrapalha.
Pessoas não se educam com slogans, nem com palavras de ordem, e sim na prática de cada dia.
Antes de conseguirmos a paz nas ruas, nas escolas, no trabalho e na vida social e política, ela precisa ser conquistada no íntimo de cada um e no ambiente familiar. A atitude pacífica deve ser aprendida e exercitada principalmente na vida em família.

Como tudo que envolve o ser humano a paz não se consegue numa canetada de um decreto político ou não; nem com teorias mirabolantes ou num passe de mágica; é conquista de dia a dia, de respeito pela própria vida e pela vida do outro. Alcançaremos um estado de paz relativa, quando nos lares não houver mais:
• Guerra pelo poder de controlar sem medir forças
• Competição
• Mentiras
• Traições
• Violência verbal
• Agressão física

Desse ponto em diante todas as lutas sociais em prol da paz serão vitoriosas.

Vem cá filho!
Arruma essa bagunça ou eu te arrebento!
Ou você faz a lição ou vai ficar sem TV.

Namastê.

domingo, 28 de agosto de 2011

DIETA E CIDADANIA




Facilitar a vida em comunidade é mais simples do que se imagina; desde que se use as ferramentas á disposição no dia a dia.
A dieta é um recurso pedagógico extraordinário; que no assunto em questão: ajudar as pessoas a tirarem o olhar do próprio umbigo e prestar atenção aos que fazem parte do seu dia a dia – olhar os outros de uma forma mais humana.

Perceber a interdependência humana traz a paz.

Eu sou eu, você é você.
Mas, dependo de você e você precisa de mim.

O estudo da origem de cada alimento que faz parte do cardápio pode ajudar a criança a compreender que a sua relação com as outras pessoas é de interdependência (ela não depende dos outros apenas, os outros também dependem dela). No caso dos alimentos, a relação entre produtor, vendedor e ela como consumidora é uma relação na qual todos dependem uns dos outros. E, o alimento pode servir como veículo para que todos se esforcem no sentido de melhorar a qualidade da vida em comunidade através da boa qualidade do alimento.

Exercício de pesquisa.

Em que condições vivem as pessoas que produzem os alimentos que a criança costuma comer? Informada ela pode usar sua dieta para direcionar melhor os recursos. Adiante, já mais, conscientizada pode optar por consumir alguns alimentos que sejam adequados para si e que sejam produzidos em regiões mais carentes de recursos, ajudando dessa forma, os produtores sem que esteja lhes fazendo um favor.

Os hábitos de alimentação podem formar pessoas mais conscientes e mais exigentes

Agrade as pessoas;
Mas, faça isso com inteligência;
agradar é ajudar;
chamando o outro á responsabilidade...

Ao perceber que sempre dependemos uns dos outros a criança torna-se mais cooperativa e aprende a cobrar com inteligência e cortesia, que as outras pessoas também cumpram com seu papel e melhorem cada vez mais a qualidade de seus produtos e dos serviços prestados.
É preciso ajudar a criança a se tornar um consumidor exigente de qualidade e de respeito aos seus direitos; sempre respeitando os outros como contrapartida.

A dieta pode ajudar o cidadão na busca dos seus direitos.

Para que vivamos em paz e harmonia numa nação, é preciso que todos conheçam a Constituição do País; saber se o preço anunciado é o que está efetivamente sendo pago; se a quantidade indicada é o que realmente o produto contém. Exigir que o combinado seja cumprido. A criança educada num ambiente onde se pratica a justiça não aceitará diferenças práticas na aplicação das leis. Tudo que é legal deve ser também ético.

Exercício de compras.

Quando vamos ás compras devemos investir a criança na condição de fiscal para comparar preços anunciados, e, checar, exigir, repreender os infratores. Ela ficará feliz sentindo-se importante ao ser estimulada a fiscalizar para que tudo funcione segundo a lei que protege o consumidor. E, a sociedade do futuro agradece.

É preciso cobrar mais ética da mídia

As crianças do futuro serão as que não acreditam que aquilo, é isso aí...

A criança é a maior vítima da mídia de alimentos que tenta seduzi-la de todas as formas com quinquilharias; os sedutores são profissionais que tornam-se ícones em enganar as crianças (não por maldade proposital, mas por descuido ético), estimulando-as a consumir produtos inúteis para sua saúde e seu bem estar; ao contrário, muitas vezes colaboram para que adoeçam ou tornem-se obesas. Cabe a quem já despertou para isso, ajudar as crianças a separar o joio do trigo das informações cada vez mais rápidas e intensas.

Exercício:

Quando a criança sentir-se enganada o lesada deve ser estimulada a escrever e a manifestar-se.

Os hábitos de alimentação devem ajudar a descobrir o quanto as escolhas custam de verdade.

Namastê.

sábado, 27 de agosto de 2011

BEBER ÁS REFEIÇÕES




A ingestão de líquidos durante ou logo após a refeição também “dilata” o estômago, principalmente quando contém gás. “Se não tomo refrigerante durante a refeição fica tudo parado”; o dispéptico usa refrigerante para empurrar o alimento em excesso, intestino afora - e, alguns até são ótimos para “desentupir pias”. Preocupa o número de crianças e jovens usando refrigerantes com adoçante na ilusão de fugir das calorias.

Esse hábito começa na infância para engolir a excessiva quantidade de alimento preconizada pelo adulto. Para piorar a situação, a maioria ingere líquidos doces e com sabor e não água; pois são aculturados a imaginar que ela não tem gosto; esse hábito acaba em vício; o que ajuda a formar carências de vitaminas e sais minerais, mesmo que em excesso na dieta. Pois cada porção do aparelho digestivo responde pela absorção de determinado nutriente e quando o líquido apressa o alimento, sua progressão não se faz através dos movimentos naturais do tubo digestivo, isso dificulta a absorção.
O ideal é ingerir água da melhor qualidade possível uma ou duas horas antes ou após a refeição.

Namastê.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

QUEM NÃO APRENDE A SE COMUNICAR DANIFICA...

“QUEM NÃO SE COMUNICA SE ESTRUMBICA”

FASE 2

Mesmo descobrindo que a palavra é um dos mais danosos agentes de corporificação de doenças mentais.

Confesso que mesmo como candidato a ser humano do gênero masculinus confessus, confessus; identificatus; eu ainda não aprendi a linguagem dos “micos” – a todo instante pago um mico pela fala.
Colocações na hora imprópria.
Tom de voz inadequado.
Discursar para surdos de entendimento.
Falar quando é o momento de ouvir ou de calar.

Não é á toa que a turma de ETs com quem ás vezes eu convivo; falam apenas através do pensamento sintético – já se libertaram da ação da energia que acompanham as palavras, frases...
Mesmo o ET Jesus interpretado pela turma que o ouviu em convivência; ouviram com seus ouvidos da época e sua mente daquele momento; ou seja; a capacidade de compreensão da época – mas, suas palavras, mesmo submetidas a transcrições, traduções desejos de poder, interesses pessoais e grupais (que ainda persistem) – uma única palavra dele pode ser interpretada de milhares de formas. Perdão; amor; caridade – por exemplo.

Sejamos sintéticos – embora naturais: o momento atual exige falar menos e agir mais.

O monólogo de hoje:

Aprenda a medir a força das palavras:

É preciso cuidado na fala; pois, as palavras vivificam; mas também podem ferir. Ainda bem que alguns já perceberam: Simples palavras podem mudar a vida das pessoas a quem as dirigimos; numa direção; noutra; ajudando ou ululando.
Através da palavra influenciamos de forma determinante a vida uns dos outros - que responsabilidade!

Dica:

Claro que a arte de bem usar a fala exige maturidade. Mas; raros; assumem o que pensam; dizem; fazem...

As palavras são uma coisa muito séria; no conteúdo do que expressam; na ondulação, na entonação; na forma como são ditas; no tom de voz; mas, principalmente nas idéias, emoções e intenções que carregam consigo. Por esse motivo; em muitos momentos, vale calar; pois ainda pouco competentes na fala, ás vezes é melhor; mais lucrativo, deixar de usar recurso tão poderoso; do que empregá-lo de forma incorreta ou perigosa; pois; é da lei; tudo que emana de nós é nossa responsabilidade; e a nós retorna.

Dica:

Antes de falar; procure inteirar-se a respeito da lei de causa e efeito.

Alerta:
Todo estrago causado em nós mesmos e nos outros terá de ser reparado; dia menos dia; pois não há perdão baseado em puro arrependimento; ou, prometo que não falo ou não faço mais; isso é brincar de conto de fada e a lei de retorno nos alcança de forma inexorável. A de causa e efeito, é inviolável; portanto, é indispensável vigiar, e muito, a nossa boca; para educar a fala.

Pensa sempre antes de falar; E, se ainda não és capaz, cala.

Analisa sempre bem o que vai sair da tua boca - pois; o retorno dos efeitos é certo, dia menos dia...
Mas, se ficares mudo frente á desfaçatez, roubalheira e destruição do meio ambiente em que vives continuarás eleitor de cabresto deportado; mas, bonificado com bolsas esmola em mundos como Mitolândia; Cobhaína, Congrhessina da constelação do rato maior.

Calar ou falar?

Na dúvida:

Boa viagem estelar.

A POSSÍVEL COMPREENSÃO ESTÁ NO ARTIGO ANTERIOR.


Namastê.

“QUEM NÃO SE COMUNICA SE ESTRUMBICA”


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

DIETA E SUSTENTABILIDADE PLANETÁRIA




Haverá comida para matar a fome ou nos manter em 3D nos próximos anos; 7 bilhões de nós encarnados que somos hoje? E mais os que virão? Será que a vida aqui será sustentável? Quem ou o quê vai sustentá-la? Para que? Será que Deus é tão teimoso assim? Não seria mais prático espalhar essa espécie híbrida pelas várias Casas do Pai depurando-as – como a filha pródiga?
Essa pergunta parece um verdadeiro teorema cuja solução é tão complicada quanto simples.
Não é preciso ser cientista das oportunidades e das possibilidades que nos aguardam; se deixarmos de continuar nessa rota de colisão com a realidade – muito menos ser vidente. Está ao alcance de qualquer ser pensante: parando para pensar um minuto apenas por dia, é fácil afirmar:
Haverá e vai sobrar muito – como sempre sobrou.
Mas daqui em diante, neste final de ciclo (pois até a paciência de Deus tem limite) não será tão simples; sobrará; mas apenas se reformularmos o atual modelo ou estilo caótico de viver.

Porém; fiquemos tranqüilos: Gaia não nos matará de fome; apenas nós mesmos faremos isso, uns aos outros com a arma da ganância e do orgulho de ser um consumidor de ponta.

Não existimos nem fomos criados para consumir escravizando nem a-zarando os outros; mas para recriar.

Afinal o que é comida?
O que é alimento?

Nosso assunto de hoje:
O que posso e o que devo comer?
O que é permitido; lícito?

Nosso habitat é o planeta inteiro, estamos aptos a digerir todo e qualquer tipo de alimento usando a inteligência e a vontade; a observação e a reflexão nos ensina a usar o alimento; sem abusar; aprimorando heranças culturais, modificando hábitos, corrigindo impulsos e tendências inadequadas.

Muito há que mudar para nos atualizarmos ao momento, pois ainda comemos sem ter fome; apenas movidos pela gula; cometemos o crime cósmico de abater sem ter fome.

O adágio: “Somos o que comemos”:

Tem um fundo de verdade que vai muito além da imaginação das pessoas normais.
Pode-se acrescentar também, o que, como, e o quanto comemos, à medida que deixamos de fazê-lo e passamos a nos alimentar progredimos: ao ponderar que o excesso de alimento que dana nossa saúde e destrói o planeta pode ser repassado a outro que não tem acesso a ele; assim, nos tornamos mais éticos; mais espiritualizados.
Além disso, numa fase subseqüente, nós nos alegramos ao percebermos que não é necessário comer cadáver para manter a vida com saúde e disposição; pois as necessidades nutricionais podem ser satisfeitas em fontes mais adequadas às nossas necessidades evolutivas sem que nada nem ninguém; tenha que sofrer para que continuemos nossa jornada – mesmo que para assumir essa postura sejamos escarnecidos pela maioria que sofre da doença: normose.

Numa primeira fase de progresso “sentimos” o alimento que nos faz mal; depois, o que nos faz bem; a seguir os que nos ajudam a pensar com mais clareza; depois os que nos trazem sensação de plenitude espiritual por serem mais desmaterializados.

Nossa dieta espelha nosso grau de evolução:

Ancorados no plano físico mais grosseiro necessitamos de alimentos mais “pesados” ou compulsivos; ao avançar na inevitável evolução; as necessidades diminuem em quantidade e melhoram em qualidade ética – claro que para os que quiserem – pois o livre-arbítrio é um presente Divino que nunca nos será retirado – jamais – apenas somos livres para abrir mão dele em favor de interesses dos outros; e depois chorar; maldizer; odiar; vingar...

Conforme colocamos em nosso escrito: QUEM AMA CUIDA. (desvirtuado na capa – como teria de ser nesta fase).
A dieta também pode ser usada como exercício de força de vontade; pois, ao a ajustarmos, nós precisamos fazer pequenas “renúncias” diárias, fortalecendo-a ao perseverar.

Conforme já colocamos em muitos escritos e publicaremos num livro: A dieta ideal ou a do Apóstolo Paulo, nos permite comer de tudo; a inteligência é que mostra se devemos ou não; conduzida pela razão torna-se simples, ecologicamente correta e justa; desenvolve a humildade, pois quem a busca sem estar doente; reconhece a perda de um estado de saúde orgânica, estético ou mental.

Aprender a se alimentar implica na percepção energética do universo - e nos ajuda a abandonar a visão de mundo puramente material; o ato de alimentar-se pode adquirir um significado transcendental, pois alimento é vida - E se a recebo da natureza como retribuo?

A simples atitude de questionar-se ao receber o alimento pode oferecer um novo sentido para muitas vidas. Para que está servindo a sua?
E ajudar a salvar vidas e principalmente a vida em 3D.

Alimentar-se também é aprender a receber e a trocar; e, não apenas enfiar alimento “goela abaixo”; a energia tem que fluir para que exista vida e, é preciso manter aberto o circuito executando trocas.
Valho o que como?
Pois quem o mantém fechado retém o excesso que não flui, engorda, adoece ou morre; na verdade receber; funde-se com entregar, passar adiante o que não é nosso; e, reter naquele momento o que não é próprio cria doenças e morte.
O conceito de amar ao próximo como a si mesmo (Jesus) é na realidade; um conceito de recebimento-troca na sua pureza energética plena, até no ato de comer.

A forma como nos alimentamos pode sim; tornar-se um recurso de autosustentabilidade sem jogo escuso e mentiroso de manter interesses; quase sempre inconfessáveis; pois podem derrubar nossas máscaras de defensores do desenvolvimento sustentável.

Mas, indo bem além da normose:
Como usamos o alimento da vida – a energia do amor?
De que forma nós nos “comemos” uns aos outros?
Será que vivemos numa realidade de “suruba cósmica”; cuja ressaca é mantida com antidepressivos; separações; crimes?
E o efeito colateral?

Uma dica da hora:
Os que hoje aqui passam fome de forma acintosa, esquelética e que deveria ser chocante – mataram de fome muitos do local cósmico de onde vieram; antes degradados e que daqui o serão novamente – Anjos decaídos?

Serei eu um traficante de alimentos um deus da fome ou da saciedade? Um futuro Anjo decaído?

A obesidade é uma dica que poucos de nós entendemos – até os que nos achamos evoluídos na inteligência.
A síndrome da magreza derivada da anorexia doentia será uma forma heróica do espírito que sabe que vai cair mais um degrau?


Namastê.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

DIFERENÇA ENTRE DIETA E REGIME




Uma forma interessante de quebrar a rotina é brincar de pensar – daí, a gente pode descobrir que pensar não dói tanto assim.
Uma brincadeira divertida é analisar o conteúdo de palavras que costumamos usar no Day by Day.
Prestemos atenção:
Na pressa da vida contemporânea usamos algumas palavras como se fossem sinônimos; quando elas são quase antônimas.

Afinal, estou fazendo dieta ou regime?
É importante saber; pois os resultados são quase opostos.

Regimes são sacrifícios quase inúteis, verdadeiras renúncias improdutivas e vazias; pois os objetivos que os movimentam são pobres de conteúdo, quase sempre são compulsórios do tipo: “ou muda ou morre” como a do diabético que é forçado a afastar-se de seus adorados açúcares.

Adotar uma dieta é uma atitude premeditada inteligente.

Na condição atual; nós ainda mais comemos do que nos alimentamos; comer é ato instintivo, ação primária de sobrevivência.
Na teórica Era da Razão o instinto não é mais sozinho aparato eficaz na alimentação; é preciso raciocínio para comer; é vital observar, selecionar e disciplinar o que, de que maneira e em que momentos devemos nos alimentar.
Segue uma dieta quem busca saber receber do alimento o que atenda suas necessidades de evolução física e ética; já observa, raciocina e percebe as limitações do seu organismo; daí em diante respeita-se e vive mais e melhor.

O ato de viver é troca interminável, mas essa percepção nos escapa nas lides do cotidiano; quando nos alimentamos sem nos prepararmos para receber o que o alimento tem a nos oferecer; significa reter ou adoecer.
Receber é estabelecer uma relação de troca; e, se o experimentamos como fenômeno unilateral; que se limita a algo a nos ser dado, nos separamos da realidade da troca que representa em última instância, a vida.

Quando fazemos regime ou comemos de forma compulsiva não observamos nada.

Eureka!
Pensar também pode emagrecer!

Namastê.