“QUEM NÃO SE COMUNICA SE ESTRUMBICA”
FASE 2
Mesmo descobrindo que a palavra é um dos mais danosos agentes de corporificação de doenças mentais.
Confesso que mesmo como candidato a ser humano do gênero masculinus confessus, confessus; identificatus; eu ainda não aprendi a linguagem dos “micos” – a todo instante pago um mico pela fala.
Colocações na hora imprópria.
Tom de voz inadequado.
Discursar para surdos de entendimento.
Falar quando é o momento de ouvir ou de calar.
Não é á toa que a turma de ETs com quem ás vezes eu convivo; falam apenas através do pensamento sintético – já se libertaram da ação da energia que acompanham as palavras, frases...
Mesmo o ET Jesus interpretado pela turma que o ouviu em convivência; ouviram com seus ouvidos da época e sua mente daquele momento; ou seja; a capacidade de compreensão da época – mas, suas palavras, mesmo submetidas a transcrições, traduções desejos de poder, interesses pessoais e grupais (que ainda persistem) – uma única palavra dele pode ser interpretada de milhares de formas. Perdão; amor; caridade – por exemplo.
Sejamos sintéticos – embora naturais: o momento atual exige falar menos e agir mais.
O monólogo de hoje:
Aprenda a medir a força das palavras:
É preciso cuidado na fala; pois, as palavras vivificam; mas também podem ferir. Ainda bem que alguns já perceberam: Simples palavras podem mudar a vida das pessoas a quem as dirigimos; numa direção; noutra; ajudando ou ululando.
Através da palavra influenciamos de forma determinante a vida uns dos outros - que responsabilidade!
Dica:
Claro que a arte de bem usar a fala exige maturidade. Mas; raros; assumem o que pensam; dizem; fazem...
As palavras são uma coisa muito séria; no conteúdo do que expressam; na ondulação, na entonação; na forma como são ditas; no tom de voz; mas, principalmente nas idéias, emoções e intenções que carregam consigo. Por esse motivo; em muitos momentos, vale calar; pois ainda pouco competentes na fala, ás vezes é melhor; mais lucrativo, deixar de usar recurso tão poderoso; do que empregá-lo de forma incorreta ou perigosa; pois; é da lei; tudo que emana de nós é nossa responsabilidade; e a nós retorna.
Dica:
Antes de falar; procure inteirar-se a respeito da lei de causa e efeito.
Alerta:
Todo estrago causado em nós mesmos e nos outros terá de ser reparado; dia menos dia; pois não há perdão baseado em puro arrependimento; ou, prometo que não falo ou não faço mais; isso é brincar de conto de fada e a lei de retorno nos alcança de forma inexorável. A de causa e efeito, é inviolável; portanto, é indispensável vigiar, e muito, a nossa boca; para educar a fala.
Pensa sempre antes de falar; E, se ainda não és capaz, cala.
Analisa sempre bem o que vai sair da tua boca - pois; o retorno dos efeitos é certo, dia menos dia...
Mas, se ficares mudo frente á desfaçatez, roubalheira e destruição do meio ambiente em que vives continuarás eleitor de cabresto deportado; mas, bonificado com bolsas esmola em mundos como Mitolândia; Cobhaína, Congrhessina da constelação do rato maior.
Calar ou falar?
Na dúvida:
Boa viagem estelar.
A POSSÍVEL COMPREENSÃO ESTÁ NO ARTIGO ANTERIOR.
Namastê.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
DIETA E SUSTENTABILIDADE PLANETÁRIA
Haverá comida para matar a fome ou nos manter em 3D nos próximos anos; 7 bilhões de nós encarnados que somos hoje? E mais os que virão? Será que a vida aqui será sustentável? Quem ou o quê vai sustentá-la? Para que? Será que Deus é tão teimoso assim? Não seria mais prático espalhar essa espécie híbrida pelas várias Casas do Pai depurando-as – como a filha pródiga?
Essa pergunta parece um verdadeiro teorema cuja solução é tão complicada quanto simples.
Não é preciso ser cientista das oportunidades e das possibilidades que nos aguardam; se deixarmos de continuar nessa rota de colisão com a realidade – muito menos ser vidente. Está ao alcance de qualquer ser pensante: parando para pensar um minuto apenas por dia, é fácil afirmar:
Haverá e vai sobrar muito – como sempre sobrou.
Mas daqui em diante, neste final de ciclo (pois até a paciência de Deus tem limite) não será tão simples; sobrará; mas apenas se reformularmos o atual modelo ou estilo caótico de viver.
Porém; fiquemos tranqüilos: Gaia não nos matará de fome; apenas nós mesmos faremos isso, uns aos outros com a arma da ganância e do orgulho de ser um consumidor de ponta.
Não existimos nem fomos criados para consumir escravizando nem a-zarando os outros; mas para recriar.
Afinal o que é comida?
O que é alimento?
Nosso assunto de hoje:
O que posso e o que devo comer?
O que é permitido; lícito?
Nosso habitat é o planeta inteiro, estamos aptos a digerir todo e qualquer tipo de alimento usando a inteligência e a vontade; a observação e a reflexão nos ensina a usar o alimento; sem abusar; aprimorando heranças culturais, modificando hábitos, corrigindo impulsos e tendências inadequadas.
Muito há que mudar para nos atualizarmos ao momento, pois ainda comemos sem ter fome; apenas movidos pela gula; cometemos o crime cósmico de abater sem ter fome.
O adágio: “Somos o que comemos”:
Tem um fundo de verdade que vai muito além da imaginação das pessoas normais.
Pode-se acrescentar também, o que, como, e o quanto comemos, à medida que deixamos de fazê-lo e passamos a nos alimentar progredimos: ao ponderar que o excesso de alimento que dana nossa saúde e destrói o planeta pode ser repassado a outro que não tem acesso a ele; assim, nos tornamos mais éticos; mais espiritualizados.
Além disso, numa fase subseqüente, nós nos alegramos ao percebermos que não é necessário comer cadáver para manter a vida com saúde e disposição; pois as necessidades nutricionais podem ser satisfeitas em fontes mais adequadas às nossas necessidades evolutivas sem que nada nem ninguém; tenha que sofrer para que continuemos nossa jornada – mesmo que para assumir essa postura sejamos escarnecidos pela maioria que sofre da doença: normose.
Numa primeira fase de progresso “sentimos” o alimento que nos faz mal; depois, o que nos faz bem; a seguir os que nos ajudam a pensar com mais clareza; depois os que nos trazem sensação de plenitude espiritual por serem mais desmaterializados.
Nossa dieta espelha nosso grau de evolução:
Ancorados no plano físico mais grosseiro necessitamos de alimentos mais “pesados” ou compulsivos; ao avançar na inevitável evolução; as necessidades diminuem em quantidade e melhoram em qualidade ética – claro que para os que quiserem – pois o livre-arbítrio é um presente Divino que nunca nos será retirado – jamais – apenas somos livres para abrir mão dele em favor de interesses dos outros; e depois chorar; maldizer; odiar; vingar...
Conforme colocamos em nosso escrito: QUEM AMA CUIDA. (desvirtuado na capa – como teria de ser nesta fase).
A dieta também pode ser usada como exercício de força de vontade; pois, ao a ajustarmos, nós precisamos fazer pequenas “renúncias” diárias, fortalecendo-a ao perseverar.
Conforme já colocamos em muitos escritos e publicaremos num livro: A dieta ideal ou a do Apóstolo Paulo, nos permite comer de tudo; a inteligência é que mostra se devemos ou não; conduzida pela razão torna-se simples, ecologicamente correta e justa; desenvolve a humildade, pois quem a busca sem estar doente; reconhece a perda de um estado de saúde orgânica, estético ou mental.
Aprender a se alimentar implica na percepção energética do universo - e nos ajuda a abandonar a visão de mundo puramente material; o ato de alimentar-se pode adquirir um significado transcendental, pois alimento é vida - E se a recebo da natureza como retribuo?
A simples atitude de questionar-se ao receber o alimento pode oferecer um novo sentido para muitas vidas. Para que está servindo a sua?
E ajudar a salvar vidas e principalmente a vida em 3D.
Alimentar-se também é aprender a receber e a trocar; e, não apenas enfiar alimento “goela abaixo”; a energia tem que fluir para que exista vida e, é preciso manter aberto o circuito executando trocas.
Valho o que como?
Pois quem o mantém fechado retém o excesso que não flui, engorda, adoece ou morre; na verdade receber; funde-se com entregar, passar adiante o que não é nosso; e, reter naquele momento o que não é próprio cria doenças e morte.
O conceito de amar ao próximo como a si mesmo (Jesus) é na realidade; um conceito de recebimento-troca na sua pureza energética plena, até no ato de comer.
A forma como nos alimentamos pode sim; tornar-se um recurso de autosustentabilidade sem jogo escuso e mentiroso de manter interesses; quase sempre inconfessáveis; pois podem derrubar nossas máscaras de defensores do desenvolvimento sustentável.
Mas, indo bem além da normose:
Como usamos o alimento da vida – a energia do amor?
De que forma nós nos “comemos” uns aos outros?
Será que vivemos numa realidade de “suruba cósmica”; cuja ressaca é mantida com antidepressivos; separações; crimes?
E o efeito colateral?
Uma dica da hora:
Os que hoje aqui passam fome de forma acintosa, esquelética e que deveria ser chocante – mataram de fome muitos do local cósmico de onde vieram; antes degradados e que daqui o serão novamente – Anjos decaídos?
Serei eu um traficante de alimentos um deus da fome ou da saciedade? Um futuro Anjo decaído?
A obesidade é uma dica que poucos de nós entendemos – até os que nos achamos evoluídos na inteligência.
A síndrome da magreza derivada da anorexia doentia será uma forma heróica do espírito que sabe que vai cair mais um degrau?
Namastê.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
DIFERENÇA ENTRE DIETA E REGIME
Uma forma interessante de quebrar a rotina é brincar de pensar – daí, a gente pode descobrir que pensar não dói tanto assim.
Uma brincadeira divertida é analisar o conteúdo de palavras que costumamos usar no Day by Day.
Prestemos atenção:
Na pressa da vida contemporânea usamos algumas palavras como se fossem sinônimos; quando elas são quase antônimas.
Afinal, estou fazendo dieta ou regime?
É importante saber; pois os resultados são quase opostos.
Regimes são sacrifícios quase inúteis, verdadeiras renúncias improdutivas e vazias; pois os objetivos que os movimentam são pobres de conteúdo, quase sempre são compulsórios do tipo: “ou muda ou morre” como a do diabético que é forçado a afastar-se de seus adorados açúcares.
Adotar uma dieta é uma atitude premeditada inteligente.
Na condição atual; nós ainda mais comemos do que nos alimentamos; comer é ato instintivo, ação primária de sobrevivência.
Na teórica Era da Razão o instinto não é mais sozinho aparato eficaz na alimentação; é preciso raciocínio para comer; é vital observar, selecionar e disciplinar o que, de que maneira e em que momentos devemos nos alimentar.
Segue uma dieta quem busca saber receber do alimento o que atenda suas necessidades de evolução física e ética; já observa, raciocina e percebe as limitações do seu organismo; daí em diante respeita-se e vive mais e melhor.
O ato de viver é troca interminável, mas essa percepção nos escapa nas lides do cotidiano; quando nos alimentamos sem nos prepararmos para receber o que o alimento tem a nos oferecer; significa reter ou adoecer.
Receber é estabelecer uma relação de troca; e, se o experimentamos como fenômeno unilateral; que se limita a algo a nos ser dado, nos separamos da realidade da troca que representa em última instância, a vida.
Quando fazemos regime ou comemos de forma compulsiva não observamos nada.
Eureka!
Pensar também pode emagrecer!
Namastê.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O FINAL DOS TEMPOS JÁ COMEÇOU NA INTIMIDADE
Armagedom.
O desencontro com nós mesmos gera na intimidade do ser humano, crises atrás de crises; que se traduzem na forma de conflitos: pode não pode, devo não devo... Verdadeiros ralos, por onde se escoa nossa energia vital.
Poucas dessas crises tornam-se conscientes; a maior parte delas permanece na faixa subconsciente. Que é onde a maior parte das pessoas se movimenta na evolução. Ainda temos pouca consciência do que pensamos, sentimos e fazemos. Desse modo, não percebemos que criamos para nós mesmos e para os outros embaraços e estresse desnecessário, inútil.
Ainda adeptos do faz de conta; nós somos capazes de fazer abstrações, de criar uma vida imaginativa povoada de sonhos, desejos, medos, angústias...
Exatamente nesse ponto: na capacidade mal conduzida de imaginar, inventar e criar, está a raiz do problema do estresse crônico. Ele é uma ilusão mental/emocional individual e coletiva. Até aí, tudo bem; mas o perigo disso reside no fato de que tudo que acontece no campo da energia pode se concretizar e se materializar nesta dimensão.
O estressado crônico logo começa a trazer para o corpo sua desarmonia na forma de distúrbios do metabolismo: aumento da produção de colesterol, concentração de gordura abaixo da linha da cintura. Alterações na produção dos hormônios, especialmente aqueles diretamente relacionados com o instinto de defesa da vida: adrenalina, acetilcolina, vasopressina, cortisol, serotonina, etc.
Vivemos um momento de aceleração na grade energética da galáxia, do planeta e em conseqüência na nossa; daí a incrível sucessão de fatos, acontecimentos e situações que rotulamos de crises, dor, sofrer. A interpretação que fazemos das ocorrências está levando as pessoas ao desespero, a um verdadeiro Armagedom pessoal e coletivo.
Usando de todas as armas á disposição, nós estamos travando uma batalha final entre o “homem velho” e o “homem novo” candidato a habitar a Nova Terra, e que tenta nascer dentro de cada um de nós.
Já decidiu quem vai vencer sua batalha?
Vai desistir?
Não agüenta mais de tanto cansaço?
Entregou os pontos através da Depressão?
Optou ir par o exílio em outras paisagens cósmicas?
Está se fingindo de morto ainda em vida?
Namastê.
sábado, 2 de julho de 2011
O QUE É GERAÇÃO TRANSITÓRIA?
Na chamada geração transitória, os com potencial para habitar a Nova Terra, predominam crianças; embora façam parte dela muitos adultos da atualidade.
Parece loucura; mas não é:
Crianças pulando doenças de adultos e indo direto para as de idosos.
Daqui em diante é mais fácil uma pessoa de setenta chegar aos cem do que muitas crianças de cinco completarem dez?
Só o tempo dirá – mas, há um senão; quando ele diz algo:
Já era.
Fui.
Por estarem “maduros”, apesar de suas imperfeições para a transformação, é que muitos partem cada vez mais rapidamente, a fim de se prepararem para uma ultima tentativa.
Os normais acelerados, ou melhor, os que estão submetidas ao processo de aceleração da ultima fase da transição planetária; são basicamente as crianças que sofrem fortemente a ação dos valores dos normais; vivendo sob a pressão das mudanças energéticas de angústia, pânico, depressão, alergias, obesidade, diabetes, câncer, etc.
É urgente tentarmos estimular as pessoas a pensarem, a desenvolverem o raciocínio crítico tão bem mostrado por Jesus quando nos afirmou que somente a verdade nos libertará.
Dentre as verdades: Terra é escola e não colônia de férias.
Pais, mestres e cidadãos de todas as origens sociais e sistemas de crenças devem reciclar sua visão de mundo para proporcionar a si mesmos e a essas crianças a oportunidade de permanência nesta escola cósmica tanto em 3D quanto em 4D.
Para evitar o chororô e os inúteis peripakes espirituais advindos da culpa e do remorso:
Todo cuidado é pouco para não nos comprometermos mais com a Lei de Causa e Efeito quando deixamos de fazer o que já é possível.
sábado, 18 de junho de 2011
EDUCAÇÃO: PROBLEMA DE UM - PROBLEMA DE TODOS
Na formação de cada nova família cada um dos parceiros recebeu um tipo de formação cultural diferente; as regras em casa eram diferentes; até na maneira como eram aplicadas e respeitadas.
Com certeza tanto um quanto outro traz problemas até sérios de educação e, eles são tantos...
Vamos analisar os que precisamos tentar resolver com mais urgência (quando digo precisamos é porque os problemas na educação de uma pessoa ou de uma família interessam a todas as outras, esse assunto não comporta mais qualquer tipo de alheamento sob pena de todos os esforços em prol da paz se tornem vazios).
Confusão entre educação e instrução/informação.
Quando se trata de instituir regras de convivência familiar cotidiana o que não importa tanto é a formação técnica das pessoas e o seu grau de instrução. É preciso desfazer a confusão que foi criada entre educação e instrução/informação. São coisas complementares, mas independentes.
Educação é a construção do indivíduo.
Instrução é a sua capacitação para a vida profissional e social.
A primeira engloba a intimidade da pessoa é a sua marca de qualidade pessoal e comporta a instrução e a socialização.
A segunda não comporta a primeira, ao contrário, pessoas muito instruídas, porém mal educadas representam enorme perigo para a paz pessoal e social (é deprimente ouvir comentários até de pessoas com responsabilidade social espantarem-se ao analisar atitudes contrárias á ética de pessoas com formação técnica e profissional; como se um médico, engenheiro, advogado, ou juiz, tivesse obrigação de ser uma pessoa de boa qualidade em razão apenas de seu grau de instrução).
Um bom número de pessoas bem instruídas pensa que encontrou um bom caminho para educar seus filhos terceirizando a educação; pagando as melhores escolas, onde a criança possa receber regras e limites. Grave erro, pois a responsabilidade maior sobre a educação da criança cabe à família, em seguida: professores, escola, governo, mídia, meio social (instituições, empresas, organizações), justiça, etc. E a educação do indivíduo como um todo cabe principalmente a ele mesmo: auto-educação.
Pobreza de conteúdo.
A pouca qualidade pessoal da maior parte das pessoas espelha muito bem a falta de conteúdo da educação recebida.
O melhor termo para representar a educação que predomina é: treinamento. As crianças não são realmente educadas; elas são treinadas e muitas vezes bem mal treinadas; para viver uma vida apenas exterior de convivência social aprendendo regras que ninguém respeita como seria de se esperar.
É que são tantas as regras a serem cumpridas para padronizar as pessoas que no fundo todo mundo passa a sentir enorme prazer ao quebrar quantas seja possível...
Teoria e prática discordantes.
O treinamento da criança envolve excesso de teoria sem permissão para praticar. A maioria dos adultos é muito controladora.
Pessoas ainda pouco competentes para a vida metidas a deuses a ditar os limites e o que os outros podem ou não fazer. Querem ditar até mesmo os padrões de felicidade e de tristeza, de vencedores e de perdedores.
Um dos graves problemas que esse tipo de controle traz para a vida da criança é o desconhecimento dos próprios limites como pessoa.
Recursos pedagógicos paranóicos.
Todas as atitudes que se enquadram em padrões condenáveis pela estrutura social que os adultos pregam no discurso para as crianças; a família usa e abusa como recurso pedagógico tais como: mentira, chantagem, tentativa de controle, terrorismo, violência de todos os tipos, suborno, hipocrisia, etc. O que mais assusta a quem se interessa pelo futuro pessoal e coletivo é que essa paranóia é tida e vista como uma coisa normal: sempre foi e sempre será assim, é a desculpa que as pessoas mais gostam de dar. Banalizaram alguns padrões de comportamento que são verdadeiras aberrações.
Há solução.
É preciso que na instituição da família seja acertado de comum acordo um conjunto de regras claras, lógicas e que sejam cumpridas à risca para que quando vierem os filhos o processo esteja automatizado. Pois, é necessário educá-los para a vida e não apenas capacitá-los a exercer uma profissão, a conviver com as pessoas ou mesmo a comportar-se de forma bem hipócrita.
Atenção para o detalhe: os adultos devem tentar reciclar seus conceitos de vida em família de forma contínua; pois o educando não é apenas a criança; é o ser humano sempre.
O adulto deve aprender a compartilhar com a criança o seu próprio processo de reciclagem da educação que recebeu aprimorando o conjunto de normas que regem a vida da família.
Em se tratando de limites: quem não os tem claros, não será capaz de ensinar limites a ninguém.
Quem não pratica limites, não os respeita é incapaz de sinalizar limites aos outros.
Tornar as coisas da vida simples, práticas e inteligentes é uma condição básica para a sobrevivência das pessoas como verdadeiros seres humanos daqui em diante.
Enquanto não reestruturarmos a vida em família a vida em sociedade continuará essa confusão.
Chega de viver como gado: arrebanhado, manipulado, conduzido, incapaz de tomar decisões contundentes de mudança.
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